quinta-feira, 27 de outubro de 2011

Vazio

Os ventos daquele dia sopravam como em outro qualquer, mas neste dia sentia o vento ecoando na alma vazia. O peito buscava em vão alguma luz e o céu cinzento lhe parecia tão próximo que parecia partir de dentro de si, encarcerado dentro de sua própria tempestade.

Não imaginava um caminho a seguir e nem por onde começar, resolveu deitar sobre seus próprios pedaços esparramados pelo chão, pousou seus olhos a fitar uma fresta no chão e via uma grande festa acontecendo. Não entendia o motivo do festejo, mas rastejou até que encontrasse uma porta para entrar. Foi recebido com uma grande salva de palmas e principalmente por muitos tapas nas costas.

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